sábado, mayo 13, 2006

La logistica hay que orientarla hacia el cliente



“la logística se está convirtiendo en una función integradora de la empresa que cambia la visión organizativa. Cada vez, el logístico se orienta más hacia el cliente”.
“En un primer momento las responsabilidades logísticas son funciones auxiliares y están encomendadas a profesionales situados en el tercer o cuarto nivel de decisión de la empresa.
No existe un centro de coordinación logística y las funciones se encuentran dispersas en la organización”

Paulatinamente, las responsabilidades se definen en función del flujo de materiales hasta llegar a una etapa de máximo desarrollo, en la que “ las funciones logísticas se incluyen en un primer
nivel de decisión y abarcan también responsabilidades relativas al nivel de servicio al cliente, la inversión en stocks o la financiación. Esta fase requiere orientar la compañía hacia una cultura organizativa por procesos.”

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3 comentarios:

Unknown dijo...

Fuente: Juan Recce, Uruguai procura converter-se num pólo logístico regional, Jornal Zero Hora, 23 de Fevereiro de 2009

Com miras ao 2015, a classe política uruguaia, cotovelo a cotovelo com o empresariado local e com a bênção dos capitais do mundo desenvolvido, pretende reescrever seu destino geopolítico procurando converter-se num hub logístico regional para as linhas de ônus marítimos internacionais.
O plano florestal uruguaio e a radicación de importantes investimentos do rubro celulose sobre as margens da hidrovia acordaram um forte interesse em grupos investidores europeus e estadounidenses por atender às necessidades de infra-estrutura logística impostas pelo rubro.
Tenhamos em consideração, que à relocalizada empresa ENCE, por causa do diferendo diplomata bilateral com Argentina, e à planta Botnia, já em funcionamento, se somarão quatro novos mega projetos de investimento do rubro celulose: a sueco-finlandesa Stora Enso, a portuguesa Portucel, a japonesa Nippon Paper Group e a estadounidense International Paper.
Cada uma destes investimentos industriais representou ou representará, por separado, um desembolso de capital próximo ao 10% do magro PBI uruguaio, sem tomar em consideração seu impacto multiplicador sobre as etapas pré e pós produtivas, fundamentalmente a logística fluvio-marítima.
Tenhamos em consideração que desde 2006 se transportaram cerca de seis milhões de metros cúbicos de produção florestal, projetando-se para o 2015 pouco mais de treze milhões. Isto impulso a toda velocidade a inauguração do terminal multipropósito ONTUR no porto de Nova Palmira, porta da hidrovía e nexo fluvio-marítimo cuasi natural, onde o acopio techado de massa celulose atinge já os 30.000 m2, incessantemente incrementado por cada uma das barcaças que transportam 3500 toneladas em cada um de suas viagens.
Botnia e as restante cinco papeleiras projetadas, ao igual que seus nodos de abastecimento de insumos, encontram-se tácticamente distribuídas tanto sobre as margens dos Rios Uruguai e Negro, a orlas do da Laguna Merín, bem como na porta mesma de acesso à hidrovía. Tendo em conta estes dados não resulta para nada curioso que os Países Nórdicos, pioneiros no rubro, tenham fato públicas suas aspirações de liderar os investimentos de para a refuncionalización da infra-estrutura portuária dos portos de Montevideo, Nueva Palmira, Fray Bentos, Paysandú, Juan Lacaze, Colonia e Salto. Neste trem de acontecimentos se inscreve o manifesto interesse da dinamarquesa Maersk de apresentar-se a chamados a licitação pública no rubro e a crescente cooperação percebida entre o Hamburg Hafen Marketing (HHM) e da Hamburg Port Authority (HPA) para com a Agência Nacional de Portos do Uruguai (ANP).
Mas o plano florestal só deu o pontapé. Neste momento, o 65% das descargas realizadas nos terminais portuários uruguaias têm como destino final a algum dos três restantes membros do , representando um pacote de negócios que contribui à economia uruguaia cerca de 2000 milhões de dólares anuais. Deste modo, o Porto de Montevideo representa já o 20% do movimento de recipientes do , motivo pelo qual, ao mesmo tempo que os grandes armadores se encontram cada vez mais atraídos a radicar negócios nesse país, estado uruguaio promociona os serviços de suporte logístico e transporte como um fim em se mesmo.
Basta só com deter-se a observar para corroborar como se multiplicaram as iniciativas público-privadas tendientes a gerar novos nodos portuários: 1- a zona da Agraciada, onde a empresa Rio Tinto prevê instalar um terminal desde onde dar saída a sua produção siderúrgica proveniente de Corumbá; 2- o terminal pesqueiro de Capurro, lugar no que ANCAP projeta uma ampliação; 3- as cercanias da Pomba, que em breve será licitada com o objeto de instalar um terminal processador de gás natural; 4- Os predios de Ence em Conchillas; 5- e o audaz projeto de abrir um caminho para a hidrovía do norte, via as Lagoas Merín e dos Patos, entre outros tantas.
No caso de Uruguai, a previsibilidade política, o incentivo ao investimento estrangeiro, a potenciação de sua competitividade florestal e a revalorização de sua privilegiada localização geográfica constituem variáveis intencionalmente direcionadas que podem fazer dele um pólo logístico regional.

jrosell dijo...

Un problema para los emprendedores que plantean proyectos logisticos es el desconocimiento de los procesos logisticos para entregar pedidos sin contar con almacen o recursos para hacerlo ellos mismos.

Anónimo dijo...

Muy bueno!!!!Los invito a visitar mi nuevo blog que trata de emprendedores,de manera original!
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